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Garantir um bom índice de conversão alimentar é imprescindível para que os animais permaneçam saudáveis e desempenhem seu melhor potencial, e, por isso, é muito importante saber qual o modelo ideal de granja.

A forma como os animais se alimentam está inteiramente ligada ao formato da granja, ou seja, do tipo de comedouro existente. 

Logo, investir em um modelo de granja específico pode trazer benefícios para o seu negócio, além de oferecer bem estar animal e evitar desperdícios na granja.

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Modelo de granja ideal: Quais são os principais? 

 

No artigo “Produção de Suínos: teoria e prática”, publicado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), foi observado que a ração é o principal item do custo dos suinocultores , representando de 70 à 80% dos custos totais, dependendo do sistema de produção e da relação de preços. 

Por isso, quando falamos em granjas para suínos, os dois principais modelos de comedouros são o trato à vontade e o controlado, os quais referem-se aos tipos de distribuição da ração.

 

Comedouro à vontade 

 

O comedouro à vontade consiste em um espaço onde os suínos podem comer livremente, a qualquer momento do dia. A ração é disponibilizada de forma recorrente.

Esse modelo é bastante comum em granjas onde não há espaço para que os suínos fiquem lado a lado de forma linear durante a distribuição da ração. 

Para muitos suinocultores, esse modelo de granja foi adotado devido a um período de expansão na suinocultura, porém, houve dificuldade na mão de obra e/ou adesão de novos integrados. 

Nessa época,  foi necessário abrir mão do resultado de conversão alimentar e disponibilizar a maior quantidade de granjas para atender a demanda do mercado. 

Além do fato que o custo da construção desse sistema para granjas menores que 800 animais tende a ser mais barata que granjas construídas no formato de trato controlado, principalmente no modelo de 1 corredor com 2 baias na largura apenas que era o conceito adotado nos anos de 2000 até 2017. 

Outro fator influenciador é que, no projeto de construção, o produtor não precisa se preocupar em disponibilizar acesso para todos animais no comedouro, e se preocupa apenas em disponibilizar espaço no indicador de metro quadrado por animal.

Destaca-se nesse tipo de construção a facilidade de construção e o custo de construção, porém os resultados de conversão alimentar e uniformidade no lote são piores que o sistema controlado. 

Os índices de consumo de ração são parecidos aos de outros sistemas.

 

Comedouro linear/controlado

 

O comedouro controlado é um modelo que visa a distribuição de ração regrada aos suínos. 

Esse tipo de comedouro geralmente é estruturado de uma forma em que os grupos de suínos sejam separados por baias e, no momento da refeição, se posicionam ordenadamente em uma fila linear , um ao lado do outro. Todos comendo ao mesmo tempo.

Desse modo, a ração é distribuída nas horas programadas, proporcionando, assim, uma rotina definida e sem desperdícios. 

Por sua vez, o comedouro controlado é visto como um modelo de granja ideal, que está ganhando cada vez mais relevância no setor de suinocultura.

Isso se dá não somente por evitar prejuízos para a empresa e pro produtor, mas por oferecer as melhores condições dos animais se expressarem conforme o objetivo da agroindústria para aquele momento econômico, podendo focar em Conversão Alimentar ou GPD (Ganho de  Peso Diário) conforme o interesse e mercado da empresa. 

O custo dos insumos é uma variável muito importante e é imprescindível controlar o consumo de ração de forma que os animais se comportem conforme os anseios e desejos da agroindústria/cooperativa.

Destaca-se nesse tipo de construção por proporcionar a melhor conversão alimentar. Sempre foi muito usado devido à proporcionar facilidade no trato de forma manual. Geralmente são construídos com baias em torno de 20 animais. 

 

Comedouro Controlado e a Suinocultura 4.0 

 

Com a chegada da Suinocultura 4.0, a robotização e o uso de ferramentas tecnológicas foram peças chave para acelerar ainda mais esse segmento no Brasil. 

Logo, por ser um modelo mais receptivo à utilização de robôs alimentadores, o comedouro controlado se tornou essencial para diversos produtores e agroindústrias. 

Não somente por conta da agilidade que um robô alimentador de suínos proporciona, como, também, devido à capacidade de mensurar a quantidade de ração ingerida por dia, no qual é o principal indicador do setor.

A partir da robotização, a suinocultura de precisão proporcionou a gestão de forma pontual por baia, e não mais da granja como um todo, além de avaliar e executar as ações e correções necessárias do lote em tempo real: por dia, por trato e por baia.

 

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Roboagro e o modelo de granja ideal: como unir a tecnologia ao comedouro para ter melhores resultados

 

De acordo com o diretor da Roboagro, Giovani Molin, “além de melhorar a produtividade e a qualidade das animais, essas técnicas auxiliam no melhor manejo dos lotes de forma que os animais fiquem menos estressados e não haja competição pelo alimento”.

Assim, o Robô alimentador de suínos poderá ser implementado para realizar a distribuição de ração nas baias de forma precisa e conforme a necessidade dos animais e da agroindústria.

O Roboagro oferece ainda mais vantagens, como a possibilidade de mensurar dados como consumo de ração , mortalidade, estoque de ração e muito mais através de aplicativo em tempo real. 

Além disso, o robô toca música clássica durante o trato, produzindo um efeito relaxante nos suínos, melhorando a conversão alimentar e a qualidade da carne. 

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