
Com a ampliação constante da suinocultura no Centro-Oeste, região estratégica pela sua forte vocação agrícola, surge uma oportunidade única: adotar desde já um modelo de produção robotizado e preparado para os desafios da agropecuária moderna, adaptando-se aos diferentes tipos de granjas existentes.
Mais do que acompanhar o crescimento da demanda, é hora de pensar em como crescer com mais eficiência financeira e sustentabilidade.
Para isso, vale a pena observar o que já tem dado certo em outros estados, especialmente no sul, que já está usufruindo dos benefícios da robotização. Afinal, a produção de suínos nessa região já abastece tanto o mercado interno, quanto o externo.
O ROBOAGRO, em especial, tem chamado a atenção de agroindústrias do Centro-Oeste e pode inspirar os próximos passos da suinocultura da região.
Por que a região Centro-Oeste é estratégica para a Suinocultura?
Com a suinocultura em expansão e oito plantas frigoríficas com inspeção federal (SIF) já em operação, o Centro-Oeste desponta como uma nova potência da cadeia produtiva da carne suína no Brasil. Isso porque a região possui quatro importantes pilares de sustentação:
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• Abundância de grãos para a nutrição dos plantéis;
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• Vastas áreas disponíveis para produção agropecuária;
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• Presença de gigantes do agro e acesso a investimentos;
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• Forte tradição no agronegócio.
Essa combinação torna o desenvolvimento da Suinocultura propício na região, com destaque para o primeiro tópico.
Com a produção de milho e soja entre as maiores do país, o Centro-Oeste oferece uma vantagem competitiva em termos de alimentação animal: otimizar os custos com a alimentação dos suínos, que abrange 80% dos custos de produção
Em menos de uma década, o Centro-Oeste elevou significativamente sua participação na suinocultura nacional.
Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em 2014, a região foi responsável por 10,1% dos abates de suínos no país. Já em 2023, esse número saltou para 15,07% — um crescimento que confirma o protagonismo crescente da região no setor.
Além disso, o Centro-Oeste possui infraestrutura agroindustrial em expansão e uma cultura de inovação cada vez mais presente no campo. A disponibilidade de vastas áreas permite projetos planejados desde o início com foco em produtividade e biossegurança.
O Centro-Oeste já é reconhecido como um dos pilares do agronegócio brasileiro, com tradição, excelência produtiva e abundância de insumos. Mas, para manter essa liderança, a robotização é o próximo passo. Na suinocultura, robotizar o trato e integrar dados de produção fortalece o controle sanitário, otimiza índices de desempenho e potencializa os resultados de forma escalável e sustentável.
Uma suinocultura forte como a do Centro-Oeste não pode ficar presa a práticas manuais: é hora de transformar eficiência em vantagem competitiva com tecnologia.
Quais são os sistemas de alimentação utilizados na suinocultura do Centro-Oeste?
Sabemos que existem diferentes formas de trato na suinocultura nesta região, como o sistema linear e o trato à vontade. Conforme um estudo da Embrapa, o trato linear possui um desempenho superior.
Por exemplo, o trato linear melhora o controle da ingestão de ração, o que resulta em menos desperdício de alimento e mais padronização de peso nos lotes. Além disso, esse método diminui a competição entre os suínos, o que reduz o estresse dos animais.
O estudo da Embrapa também ressalta ganhos relevantes em termos de melhor ambiência, menor impacto ambiental, otimização do cuidado sanitário dos animais e controle de mortalidade na granja com o trato linear.
O conjunto desses fatores também resulta em melhor qualidade de vida e condições de trabalho (para o produtor) e gestão facilitada das unidades de produção (para as agroindústrias). Com métodos e produtos já testados e comprovados pela
Embrapa, a ROBOAGRO conta com aprovação das melhores agroindústrias do país.
Como a Suinocultura de Precisão pode ajudar a agroindústria da região?
Com a força da produção agrícola, o Centro-Oeste se consolida como uma das regiões mais promissoras para a suinocultura no Brasil. Mas, para transformar esse potencial em resultados consistentes, é preciso ir além do modelo tradicional.
A Suinocultura de Precisão, viabilizada por tecnologias como o ROBOAGRO, surge como aliada estratégica. Entenda como isso acontece abaixo.
Melhora no aproveitamento dos grãos produzidos localmente
Com a alimentação controlada por robôs, o ROBOAGRO potencializa ainda mais a disponibilidade de grãos do Centro-Oeste ao garantir um aproveitamento total da ração.
Cada animal recebe a quantidade certa de alimento, o que evita desperdícios e melhora a conversão alimentar. Isso significa controle real sobre o que está sendo consumido em cada baia.
Redução de custos operacionais em regiões de expansão
O uso de tecnologia reduz a necessidade de mão de obra intensiva, um ponto crítico em áreas onde a contratação é um desafio logístico e econômico. A seleção de profissionais para o agronegócio é complexa em todas as regiões do país, especialmente no Centro-Oeste.
Maior padronização e qualidade da carne
A precisão na alimentação e o bem-estar garantido pela robotização refletem diretamente na qualidade da carne suína: mais uniforme, com melhor rendimento e maior valor agregado, tanto no mercado interno, quanto no externo.
Embora os grãos do Centro-Oeste já tenham alto valor nutricional, é a combinação com o trato robotizado e controlado que eleva o padrão do produto final. Afinal, a qualidade da carne não depende apenas da ração, mas da precisão no manejo nutricional.
Sustentabilidade como diferencial competitivo
A robotização permite menor desperdício de recursos, incluindo ração e água. Essa característica promove o aproveitamento eficiente de insumos e melhora no manejo dos dejetos.
Por exemplo, a partir do consumo de ração ajustado às necessidades reais de cada animal, há menos desperdício. Isso significa também menos dejetos e, consequentemente, menor emissão de gases tóxicos, como a amônia.
Assim, há ganhos em ambiência e na redução do estresse dos animais, além de otimizar o trabalho da equipe.
A robotização pode ser implementada em granjas que utilizam cochos à vontade?
A robotização pode ser implementada mesmo em granjas que utilizam cochos à vontade.
Nesse sistema tradicional, a ração é armazenada em silos e enviada continuamente para os cochos por meio de canos.
Periodicamente, sistemas automáticos reabastecem a linha, para garantir que os animais sempre tenham acesso à ração, sem controle rigoroso de consumo.
Os alimentadores automáticos, como o ROBOAGRO, substituem essa prática com o "trato à vontade controlado": o robô distribui porções de ração ao longo do dia diretamente nos cochos.
Desse modo, a robotização permite manter parte da estrutura física do sistema à vontade, amplamente encontrada na região
Centro-Oeste, mas com ganhos em eficiência, redução de desperdícios e melhor acompanhamento zootécnico.
Do Sul para o Centro-Oeste: o ROBOAGRO pode impulsionar a sua agroindústria
O Sul já mostrou que é possível transformar tradição em inovação. Com raízes profundas na suinocultura, a região se tornou referência em produção de qualidade, sanidade animal e eficiência.
Agora, chegou a vez do Centro-Oeste. Com ampla oferta de insumos, área disponível, clima favorável e vocação para a produção agropecuária, a região tem tudo para acelerar sua competitividade com o apoio de tecnologias que colocam o bem-estar animal e a sustentabilidade no centro da estratégia.
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Publicado em 30/07/2025