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Alimentação de suínos por fase: como ajustar a nutrição para melhorar resultados?

Cópia de ROBOMED

A alimentação de suínos por fase influencia diretamente os principais indicadores de performance da agroindústria.

Na prática, os suínos não possuem a mesma exigência metabólica ao longo da vida. Por exemplo, leitões demandam dietas altamente digestíveis, enquanto matrizes precisam de controle corporal rigoroso durante a gestação.

Já animais em terminação exigem máxima eficiência alimentar para transformar ração em carne com menor custo possível.

Por isso, a Suinocultura de Precisão trabalha com alimentação por fases. Esse modelo permite ajustar nutrientes, energia e consumo conforme os objetivos produtivos de cada etapa.

Acompanhe o conteúdo até o final para saber mais.

 

Por que a alimentação de suínos muda em cada fase?


Cada fase produtiva possui objetivos fisiológicos completamente diferentes:
 

  • • Na maternidade, o foco está no desenvolvimento inicial do leitão; 

  • • Na creche, o desafio é estimular consumo e adaptação digestiva;

  • • Já nas fases de crescimento e terminação, o objetivo muda para ganho de peso com máxima conversão alimentar.


No caso das matrizes, a nutrição ainda precisa acompanhar:
 

  • • Reprodução;

  • • Gestação;

  • • Lactação;

  • • Recuperação corporal.


Isso significa que utilizar a mesma estratégia alimentar durante todo o ciclo reduz eficiência produtiva e aumenta custos dentro da granja.


 

Qual é a importância da alimentação na fase de crescimento?


Na fase de crescimento, o objetivo principal passa a ser eficiência produtiva. O suíno começa a apresentar maior capacidade de consumo e desenvolvimento muscular acelerado.

Qualquer desequilíbrio nessa etapa reduz o desempenho zootécnico e aumenta o custo por quilo produzido.

Além disso, granjas mais preparadas monitoram constantemente o consumo de ração para identificar rapidamente desequilíbrios ou perdas de eficiência alimentar.

 

Por que a terminação exige controle nutricional preciso?


A terminação representa uma das fases mais economicamente importantes dentro da suinocultura. Aqui, o foco está em maximizar ganho de peso sem elevar excessivamente o consumo de ração. 

Como a alimentação representa aproximadamente 80% do custo de produção, pequenas falhas nutricionais geram impactos financeiros significativos. O desafio técnico consiste em encontrar o equilíbrio entre:
 

  • • Desempenho produtivo;

  • • Conversão alimentar;

  • • Qualidade da carcaça e uniformidade do lote;

  • • Deposição de gordura.


Além disso, estratégias nutricionais mal ajustadas podem aumentar desperdícios e comprometer o padrão comercial dos animais.
 

Como a alimentação influencia o desempenho das matrizes suínas?


As matrizes suínas possuem exigências nutricionais ainda mais complexas porque passam constantemente por mudanças fisiológicas:
 

  • • Durante o flushing, a alimentação busca melhorar eficiência reprodutiva;

  • • Já na gestação, o objetivo é manter o escore corporal adequado e garantir desenvolvimento fetal saudável;

  • • Na lactação, a demanda energética aumenta drasticamente devido à produção de leite.


Quando o manejo alimentar falha nessa etapa, surgem problemas como:
 

  • • Perda excessiva de condição corporal dos animais;

  • • Queda na fertilidade;

  • • Redução da produção leiteira;

  • • Taxa de mortalidade elevada entre os leitões;

  • • Descarte precoce da matriz.


Por isso, muitas granjas trabalham com curvas alimentares específicas conforme a fase produtiva e condição corporal da fêmea.

 

Como o escore corporal impacta a produtividade?


O escore corporal funciona como um indicador do equilíbrio nutricional da matriz.

Animais muito magros apresentam dificuldade reprodutiva e menor capacidade leiteira. Já matrizes com excesso de peso tendem a enfrentar problemas locomotores e partos mais difíceis.

O controle nutricional individualizado permite corrigir essas variações antes que elas afetem os resultados produtivos da granja.

Além disso, o acompanhamento contínuo melhora a longevidade das matrizes e reduz perdas dentro do plantel.
 

Por que a robotização ganhou espaço na alimentação de suínos por fase?


Como vimos até aqui, cada fase do animal exige uma abordagem diferente quanto à nutrição. Sendo assim, a alimentação manual cria variações que comprometem resultados financeiros.

Por exemplo, diferenças na quantidade de ração fornecida, atrasos nos tratos e falhas operacionais comprometem tanto o desempenho quanto a padronização do manejo nutricional.

Por isso, sistemas robotizados, como o ROBOAGRO, passaram a ganhar espaço na Suinocultura de Precisão. Com o robô, a agroindústrias e responsáveis pelo manejo nutricional conseguem:
 

  • • Entregar quantidades exatas de ração no momento ideal de consumo;

  • • Ajustar curvas alimentares por fase;

  • • Monitorar o consumo individual;

  • • Reduzir desperdícios de ração;

  • • Melhorar o controle sanitário.


Além disso, os dados gerados pelo robô ajudam na tomada de decisão e tornam o manejo mais bem-sucedido.
 


 

Como o ROBOAGRO auxilia na alimentação de suínos por fase?


A alimentação de suínos por fase exige precisão para atender corretamente as necessidades nutricionais de cada etapa produtiva.

Com o ROBOAGRO, o produtor automatiza esse processo e ganha mais controle sobre o manejo alimentar da granja.

Um exemplo disso é o sistema FLEX FEED, que permite trabalhar com diferentes tipos de ração conforme a fase dos animais, com até 12 curvas de arraçoamento.

Assim, é possível garantir que cada animal vai receber a nutrição adequada ao seu potencial genético e fase de desenvolvimento

Entre em contato com a ROBOAGRO e ganhe mais eficiência sobre a sua produção de suínos.


Publicado em 14/05/2026

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